Eu não sei o que é pior: mulher ou homem piriguete! Como representante do sexo feminino, digo que a segunda opção é simplesmente disgusting.
Adoro observar o comportamento das pessoas, posso ficar horas fazendo isso. Então, seguem algumas conclusões sobre homem piriguete:
1. Rebolativo: mexe mais o quadril do que muita mulher, ao estilo pagodeiro. Chega a dar agonia...
2. Rei da cocada: chega achando que é "o cara".
3. Sem conteúdo: o que esperar de homem piriguete? Nada, afinal ele não vai gastar o tempo dele fazendo coisas culturais e interessantes, a única ocupação dele é ser o pegador.
4. Sem critério: basta ser mulher, porque o importante é a quantidade.
O que não falta em Salvador é homem piriguete...
* O título inicial deste post seria homem nigrinha, mas achei muito pesado e vulgar, entretanto representa bastante esta taxonomia de homem.
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Convenções sociais
Ando enjoada de obrigações e convenções sociais. Toda hora é uma obrigação nova, tem momentos que dá vontade de abstrair e só fazer o que quero, mas, muitas vezes, por educação e consideração, nos contrariamos em prol dos outros. Adoro estar com as pessoas que gosto, mas na hora que quero. Neste final de semana mesmo, por mim, não sairia de casa, mas isto não vai ser possível...
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Lapsos da semana
Minha cabeça não funciona muito bem para pequenos detalhes, como: lembrar de trancar a porta de casa, travar o carro, apagar a luz, dentre outros. Esta semana, teve alguns incidentes:
1. Dexei a luz interna do carro ligada à noite, por duas vezes;
2. Joguei minha chave do carro no lixo junto com uma embalagem, e depois tive que meter minha mão na lixeira, claro.
3. Tinha certeza de que havia esquecido meu pen drive em casa e ele estava o tempo todo dentro da minha bolsa;
4. Esqueci de ir a uma reunião e só lembrei alguns dias depois;
Cabecinha de vento! Engraçado que é apenas para essas coisas pequenas, porque para coisas mais importantes, funciona bem :)
1. Dexei a luz interna do carro ligada à noite, por duas vezes;
2. Joguei minha chave do carro no lixo junto com uma embalagem, e depois tive que meter minha mão na lixeira, claro.
3. Tinha certeza de que havia esquecido meu pen drive em casa e ele estava o tempo todo dentro da minha bolsa;
4. Esqueci de ir a uma reunião e só lembrei alguns dias depois;
Cabecinha de vento! Engraçado que é apenas para essas coisas pequenas, porque para coisas mais importantes, funciona bem :)
terça-feira, 3 de maio de 2011
Calça jeans: o termômetro das mulheres
Ao longo do tempo, é normal mudarmos as nossa medidas e a calça jeans é o principal termômetro para nós mulheres. Digo isso porque o peso não é o único componente relevante para a boa forma, já que o ganho de massa muscular, por exemplo, aumenta o peso sem prejuízos.
Eu mesma pesava cerca de 52 kg quando entrei na faculdade e agora tenho 58,5 kg, entretanto uso manequim 38 desde lá. Quando minhas calças jeans começaram a apertar, percebi que eu tinha que reduzir meu peso, que chegou a 60,5 kg ainda este ano. Aumentar o peso não é o problema, a questão é continuar entrando nas suas calças jeans!
Outro ótimo parâmetro é quando os pneuzinhos começam a pular da cintura da calça. Este é um forte indício de que você está acima do peso! E não adianta comprar um número maior, porque os pneuzinhos são quase indisfarcáveis e gritam para quem quiser ouvir. Mulheres, se cuidem! Não deixem chegar a um ponto difícil de reverter. Monitoramento constante é essencial! Usem a calça jeans a seu favor e não como uma arma contra você :)
P.S.: Hoje consegui entrar em uma calça jeans que adoro e não fechava mais!!
Eu mesma pesava cerca de 52 kg quando entrei na faculdade e agora tenho 58,5 kg, entretanto uso manequim 38 desde lá. Quando minhas calças jeans começaram a apertar, percebi que eu tinha que reduzir meu peso, que chegou a 60,5 kg ainda este ano. Aumentar o peso não é o problema, a questão é continuar entrando nas suas calças jeans!
Outro ótimo parâmetro é quando os pneuzinhos começam a pular da cintura da calça. Este é um forte indício de que você está acima do peso! E não adianta comprar um número maior, porque os pneuzinhos são quase indisfarcáveis e gritam para quem quiser ouvir. Mulheres, se cuidem! Não deixem chegar a um ponto difícil de reverter. Monitoramento constante é essencial! Usem a calça jeans a seu favor e não como uma arma contra você :)
P.S.: Hoje consegui entrar em uma calça jeans que adoro e não fechava mais!!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Contas, planilhas e outros bichos
Recaptulando de onde veio o meu hábito de registrar gastos, fazer contas e ter uma planilha de despesas, chego ao ano de 2002. Ano que antecedeu o início do meu mestrado. Eu tinha que economizar grana complementar a bolsa do CNPq da época, que era R$ 724,00. Logo, com esse incrível valor e morando em BH, fora da casa de papai e mamãe, eu tinha que fazer milagre!!! Aí começou a minha saga das planilhas, que me acompanha até hoje. Por curiosidade, fui pesquisar o valor atual, que é R$ 1.200,00.
No decorrer do tempo, os objetivos foram mudando, mas acabei ficando viciada nesse negócio de planilha. Tanto que eu registro todos os gastos e sei exatamente por onde a grana vai embora. A vantagem desse controle é que consigo prever o gasto do mês logo que recebo e realocar valores quando necessário, de acordo com as prioridades do momento. A desvantagem é o estresse! Obviamente que se eu pudesse escolher, eu não faria esse controle, mas considero fundamental para que as contas continuem em dia. Espero um dia poder relaxar nesse sentido.
No decorrer do tempo, os objetivos foram mudando, mas acabei ficando viciada nesse negócio de planilha. Tanto que eu registro todos os gastos e sei exatamente por onde a grana vai embora. A vantagem desse controle é que consigo prever o gasto do mês logo que recebo e realocar valores quando necessário, de acordo com as prioridades do momento. A desvantagem é o estresse! Obviamente que se eu pudesse escolher, eu não faria esse controle, mas considero fundamental para que as contas continuem em dia. Espero um dia poder relaxar nesse sentido.
domingo, 10 de abril de 2011
Peso ideal
Sempre fui magra e apesar de ter ganho quilinhos dos tempos da faculdade (eu pesava 52 kg) para cá, continuo sendo magra (58 kg em 1,68 m). Prova disso é o manequim 38, que me acompanha desde sempre. Tenho uma calça jeans que ganhei em 2004 e até hoje visto sem problema algum.
Meu conceito de felicidade com o meu corpo é não ter barriga, o que aliás me motivou a entrar no pilates. Meu objetivo é me manter magra, tonificada e com tudo no lugar apesar da passagem dos anos. Entretanto, quando fazia apenas pilates, sempre me disseram que a queima de gorduras se dá apenas com exercícios aeróbicos. O resultado é que comecei a correr e achava que me possibilitaria manter um pouco mais de peso sem a tal barriga, afinal eu estaria queimando gordura. Assim, engordei um pouco e cheguei aos 60,5 kg. E não aconteceu exatamente como eu imaginava porque ganhei massa muscular, mas também a gordurinha no lugar que não curto.
Para muitas pessoas, essa minha queixa é irrelevante, porque alegam que estou exagerando, entretanto sou muito crítica comigo mesma e estou sempre atenta a essas variações. Meu raciocínio é que ninguém "embaranga" de uma hora para outra, que isso acontece aos poucos. Logo, temos que monitorar e ajustar as pequenas variações antes que isso vire um problemão! O resultado é que ajustei a minha alimentação em busca do peso ideal e consegui perder peso comendo mais frutas nos intervalos entre as refeições e comendo menos carboidratos (adoro massa, pão, doce!) e já evito frituras e gorduras desde sempre. Cheguei aos 58,5 kg e considero que esse é o meu peso ideal. Meu objetivo é me manter nesta faixa.
A conclusão é que além dos exercícios físicos, é preciso ter atenção à alimentação, não adianta sair comendo tudo que se quer só porque está malhando. Esta é uma ilusão, que pode ser comprovada ao analisar a queima calórica de atividades físicas. Por exemplo, ao correr por meia hora, queima-se cerca de 350 calorias. Isso é muito pouco e, apesar de trazer saúde, não é sufuciente para causar perda de peso nem em uma pessoa magra como eu.
Meu conceito de felicidade com o meu corpo é não ter barriga, o que aliás me motivou a entrar no pilates. Meu objetivo é me manter magra, tonificada e com tudo no lugar apesar da passagem dos anos. Entretanto, quando fazia apenas pilates, sempre me disseram que a queima de gorduras se dá apenas com exercícios aeróbicos. O resultado é que comecei a correr e achava que me possibilitaria manter um pouco mais de peso sem a tal barriga, afinal eu estaria queimando gordura. Assim, engordei um pouco e cheguei aos 60,5 kg. E não aconteceu exatamente como eu imaginava porque ganhei massa muscular, mas também a gordurinha no lugar que não curto.
Para muitas pessoas, essa minha queixa é irrelevante, porque alegam que estou exagerando, entretanto sou muito crítica comigo mesma e estou sempre atenta a essas variações. Meu raciocínio é que ninguém "embaranga" de uma hora para outra, que isso acontece aos poucos. Logo, temos que monitorar e ajustar as pequenas variações antes que isso vire um problemão! O resultado é que ajustei a minha alimentação em busca do peso ideal e consegui perder peso comendo mais frutas nos intervalos entre as refeições e comendo menos carboidratos (adoro massa, pão, doce!) e já evito frituras e gorduras desde sempre. Cheguei aos 58,5 kg e considero que esse é o meu peso ideal. Meu objetivo é me manter nesta faixa.
A conclusão é que além dos exercícios físicos, é preciso ter atenção à alimentação, não adianta sair comendo tudo que se quer só porque está malhando. Esta é uma ilusão, que pode ser comprovada ao analisar a queima calórica de atividades físicas. Por exemplo, ao correr por meia hora, queima-se cerca de 350 calorias. Isso é muito pouco e, apesar de trazer saúde, não é sufuciente para causar perda de peso nem em uma pessoa magra como eu.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Feliz!!!!!!!!
Pense em uma pessoa feliz: sou eu!!!! Quero mais dias assim, cheios de coisas boas, alegrias e novidades! Tenho saúde, trabalho, família e muitas vivências e aprendizado.
Um aprendizado recente meu é ficar feliz com o que tenho, ao invés de ficar lamentando o que ainda não tenho. Assim, a felicidade fica mais próxima :) Estou abstraindo coisas que poderiam me aborrecer, mas não têm importância. Estou deixando passar, deixando acontecer e o universo está conspirando nesta mesma sintonia. Vibrações positivas atraem mais coisas boas!
Um aprendizado recente meu é ficar feliz com o que tenho, ao invés de ficar lamentando o que ainda não tenho. Assim, a felicidade fica mais próxima :) Estou abstraindo coisas que poderiam me aborrecer, mas não têm importância. Estou deixando passar, deixando acontecer e o universo está conspirando nesta mesma sintonia. Vibrações positivas atraem mais coisas boas!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Gastos de início de ano
Todo início de ano é a mesma coisa: gastos que saem de todos os lados. Tudo bem que uma parte deles foi opção minha, mas os compulsórios é que me deixam agoniada, especialmente os do carro. Hoje, paguei o IPVA do carro com o coração partido, porque além dele estou pagando o seguro, a troca de óleo na semana passada e tudo isso entre as festas de final de ano e o carnaval. Imagina então quem tem filhos, comprando material escolar, matrícula... Haja planejamento!!!!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Alívio
Talvez os homens não compreendam esta sensação, mas sair do salão com as unhas feitas é uma delícia!!! Parece que tiraram um quilo de mim, sou outra pessoa!!! Mais leve!!
Quando está chegando perto do dia de fazer, elas já estão horrorosas e eu não aguento nem olhar aquelas cutículas enoooormes!!! Que alívio! :)
Quando está chegando perto do dia de fazer, elas já estão horrorosas e eu não aguento nem olhar aquelas cutículas enoooormes!!! Que alívio! :)
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Chutei o balde!
Realmente chutei o balde neste final de semana! O saldo foi positivo e a sensação de sair da rotina é ótima, mas não dá para fazer isso sempre. Tudo bem que faltei meu pilates, uma consulta e meu carro está imundo, além de ter gasto uma grana extra, mas valeu a pena.
Tenho que confessar que não cumpri a promessa feita aqui no blog há menos de um mês atrás. As vitrines gritaram muito alto para mim e foram no meu ponto fraco: sapatos. Eu podia ter comprado apenas um par, mas comprei dois pares!!! Isto foi para completar a "chutação" de balde do final de semana.
Tenho que confessar que não cumpri a promessa feita aqui no blog há menos de um mês atrás. As vitrines gritaram muito alto para mim e foram no meu ponto fraco: sapatos. Eu podia ter comprado apenas um par, mas comprei dois pares!!! Isto foi para completar a "chutação" de balde do final de semana.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Reflexão sobre limites
Uma coisa importante que aprendi nos últimos tempos é que não devemos ultrapassar nossos limites para agradar aos outros, pois sempre esperamos retribuição e esta, geralmente, não acontece. Então, quando algo começar a incomodar e antes que te aborreça mais, deixe claro e faça apenas o que te deixa bem. Estar bem consigo mesmo é mais importante do que qualquer outra coisa, o resto é consequência.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Prazeres democráticos e aristocráticos
O ano de 2010 foi pautado por bastante autoconhecimento e algumas das minhas fontes foram os livros, textos, programas e vídeos de Flávio Gikovate. Compartilho com vocês um grande aprendizado que tive sobre os prazeres democráticos e aristocráticos.
"Os prazeres sempre têm duração limitada porque implicam sensações relacionadas com mudanças de patamar. Os prazeres positivos costumam durar o tempo no qual estamos expostos a dada situação.". Com isso, sempre buscamos novas fontes de satisfação, pois os efeitos da mudança de patamar não são permanentes.
Nesse contexto, os prazeres democráticos são aqueles que "não implicam prejuízos ou impedimentos para outras pessoas". Por sua vez, os aristocráticos consistem exatamente no contrário. Os primeiros estão acessíveis a todos e os últimos, apenas a algumas pessoas.
O prazer exibicionista relacionado com a vaidade é aristocrático por excelência, pois condenam à humilhação e, portanto, à infelicidade a maior parte da população. A vaidade está fortemente ligada à competitividade e, assim, há poucos vencedores e muitos perdedores, sendo que "os seus mecanismos estão na raiz das nossas maiores fontes de sofrimento". Exemplos são a necessidade de chamar atenção pela aparência física e bens materiais.
No outro sentindo, os prazeres democráticos podem ser sentidos por todos, sem caráter excludente. Exemplos são os prazeres intelectuais decorrentes do aprendizado, prazeres córporeos como os ligados a exercícios físicos. Se alguma disputa existe, ela é interna: sempre pretendemos avançar e conseguir resultados superiores aos já alcançados. Tais prazeres estão relacionados à autoestima.
"A autoestima depende do juízo que faço de mim mesmo, ao passo que a vaidade
depende da avaliação de outras pessoas. Enfocar a autoestima em vez da vaidade faz todo sentido, já que nos ajuda a depender menos da opinião e dos aplausos dos outros."
Fonte: Gikovate, Flávio. Dá pra ser feliz... apesar do medo. MG Editores, 2007.
"Os prazeres sempre têm duração limitada porque implicam sensações relacionadas com mudanças de patamar. Os prazeres positivos costumam durar o tempo no qual estamos expostos a dada situação.". Com isso, sempre buscamos novas fontes de satisfação, pois os efeitos da mudança de patamar não são permanentes.
Nesse contexto, os prazeres democráticos são aqueles que "não implicam prejuízos ou impedimentos para outras pessoas". Por sua vez, os aristocráticos consistem exatamente no contrário. Os primeiros estão acessíveis a todos e os últimos, apenas a algumas pessoas.
O prazer exibicionista relacionado com a vaidade é aristocrático por excelência, pois condenam à humilhação e, portanto, à infelicidade a maior parte da população. A vaidade está fortemente ligada à competitividade e, assim, há poucos vencedores e muitos perdedores, sendo que "os seus mecanismos estão na raiz das nossas maiores fontes de sofrimento". Exemplos são a necessidade de chamar atenção pela aparência física e bens materiais.
No outro sentindo, os prazeres democráticos podem ser sentidos por todos, sem caráter excludente. Exemplos são os prazeres intelectuais decorrentes do aprendizado, prazeres córporeos como os ligados a exercícios físicos. Se alguma disputa existe, ela é interna: sempre pretendemos avançar e conseguir resultados superiores aos já alcançados. Tais prazeres estão relacionados à autoestima.
"A autoestima depende do juízo que faço de mim mesmo, ao passo que a vaidade
depende da avaliação de outras pessoas. Enfocar a autoestima em vez da vaidade faz todo sentido, já que nos ajuda a depender menos da opinião e dos aplausos dos outros."
Fonte: Gikovate, Flávio. Dá pra ser feliz... apesar do medo. MG Editores, 2007.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Fazendo bem a mim mesma
Não consigo tirar esta frase da cabeça, desde o post.
"Be good to yourself
'Cause nobody else
Has the power to make you happy"
George Michael em "Heal the pain"
Na prática, significa que estou procurando me agradar mais a cada dia, mesmo com as adversidades da vida. Hoje mesmo, cheguei meio down em casa e pensei o que eu poderia fazer para ficar feliz, fiz sem pestanejar e vou dormir feliz da vida :)
Meu lema de vida agora é esse: "Fazer bem para mim mesma". Tudo que não se enquadre nisso e puder ser evitado, será!
"Be good to yourself
'Cause nobody else
Has the power to make you happy"
George Michael em "Heal the pain"
Na prática, significa que estou procurando me agradar mais a cada dia, mesmo com as adversidades da vida. Hoje mesmo, cheguei meio down em casa e pensei o que eu poderia fazer para ficar feliz, fiz sem pestanejar e vou dormir feliz da vida :)
Meu lema de vida agora é esse: "Fazer bem para mim mesma". Tudo que não se enquadre nisso e puder ser evitado, será!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Rédeas
Tem horas que devemos deixar a vida nos levar, mas em outros momentos é importante reconhecer quando tomar as rédeas novamente. Conhecer este divisor de águas poupa bastante perda de tempo e erros.
A vida nos dá sinais diariamente e cabe a nós interpretá-los para conhecer o equilíbrio correto entre ter paciência e agir. Obviamente, esta não é uma ciência exata, mas as experiências passadas nos dão pistas sobre o presente e o futuro. Confesso não ser uma pessoa muito paciente, mas vejo que evoluí em relação a querer resolver tudo logo. Hoje, consigo observar melhor e ter mais subsídios antes de tomar uma decisão e, ao mesmo tempo, não esperar demais. A dúvida estressa e não deve ser mantida por muito tempo.
A vida nos dá sinais diariamente e cabe a nós interpretá-los para conhecer o equilíbrio correto entre ter paciência e agir. Obviamente, esta não é uma ciência exata, mas as experiências passadas nos dão pistas sobre o presente e o futuro. Confesso não ser uma pessoa muito paciente, mas vejo que evoluí em relação a querer resolver tudo logo. Hoje, consigo observar melhor e ter mais subsídios antes de tomar uma decisão e, ao mesmo tempo, não esperar demais. A dúvida estressa e não deve ser mantida por muito tempo.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Detalhes
Sou detalhista e perfeccionista e, assim, tudo que me disponho a fazer abrange um grande cuidado para que as coisas funcionem da melhor forma possível. Esta forma de agir, entretanto, implica em um grande dispêndio de energia, para que nada dê errado, tentando evitar infortúnios. Estou reavaliando se esta é a melhor maneira de agir diante da vida...
Em apenas uma semana, tive inúmeros exemplos de que a minha atenção aos detalhes me poupou de possíveis aborrecimentos. Seguem alguns situações:
1. Agendei um compromisso e a pessoa responsável marcou a data errada. Se eu não tivesse conferido atentamente, mais adiante eu teria gastar uma grana para consertar o problema, já que eu não teria como provar que foi engano da atendente;
2. Hoje, peguei com a médica a requisição para um exame e, se eu não tivesse conferido, teria feito o exame errado. Tive que voltar a ela e solicitar uma nova requisição. Esta realmente foi o cúmulo! Não posso confiar nem nos médicos;
3. Submeti-me a um exame médico de imagem hoje e fui eu quem tive que perguntar ao técnico se eu podia engolir saliva enquanto o exame estava sendo feito. A resposta foi não. E se eu não tivesse perguntado? Provavelmente, o exame não teria saído com a precisão necessária;
4. Agendei um serviço no carro e fiz duas solicitações: uma importante e outra menos relevante. A concessionária estava preocupada em resolver a primeira, referente a uma falha interna deles, e não deu importância à segunda. Ao pegar o carro, perguntei se tinham visto a segunda solicitação, resposta: "Não, senhora, mas pode trazer o carro novamente se for necessário". E se eu não tivesse perguntado? Eu não iria saber e poderia resultar em um problema maior.
Acima, registrei apenas fatos associados a profissionais (que deveriam ser responsáveis pela execução dos seus trabalhos), nem mencionei questões pessoais do dia a dia. Fico me perguntando até que ponto eu devo continuar agindo assim, porque é muito estressante ter que se preocupar com todos os detalhes, mas as possibilidades de as coisas darem errado se não ficarmos atentos é alta, conforme demonstram os exemplos acima.
Tem horas que dá vontade de chutar o balde para várias coisas e ver o que acontece. Um dia ainda faço isso! :) Acho que me preocupo demais...
Em apenas uma semana, tive inúmeros exemplos de que a minha atenção aos detalhes me poupou de possíveis aborrecimentos. Seguem alguns situações:
1. Agendei um compromisso e a pessoa responsável marcou a data errada. Se eu não tivesse conferido atentamente, mais adiante eu teria gastar uma grana para consertar o problema, já que eu não teria como provar que foi engano da atendente;
2. Hoje, peguei com a médica a requisição para um exame e, se eu não tivesse conferido, teria feito o exame errado. Tive que voltar a ela e solicitar uma nova requisição. Esta realmente foi o cúmulo! Não posso confiar nem nos médicos;
3. Submeti-me a um exame médico de imagem hoje e fui eu quem tive que perguntar ao técnico se eu podia engolir saliva enquanto o exame estava sendo feito. A resposta foi não. E se eu não tivesse perguntado? Provavelmente, o exame não teria saído com a precisão necessária;
4. Agendei um serviço no carro e fiz duas solicitações: uma importante e outra menos relevante. A concessionária estava preocupada em resolver a primeira, referente a uma falha interna deles, e não deu importância à segunda. Ao pegar o carro, perguntei se tinham visto a segunda solicitação, resposta: "Não, senhora, mas pode trazer o carro novamente se for necessário". E se eu não tivesse perguntado? Eu não iria saber e poderia resultar em um problema maior.
Acima, registrei apenas fatos associados a profissionais (que deveriam ser responsáveis pela execução dos seus trabalhos), nem mencionei questões pessoais do dia a dia. Fico me perguntando até que ponto eu devo continuar agindo assim, porque é muito estressante ter que se preocupar com todos os detalhes, mas as possibilidades de as coisas darem errado se não ficarmos atentos é alta, conforme demonstram os exemplos acima.
Tem horas que dá vontade de chutar o balde para várias coisas e ver o que acontece. Um dia ainda faço isso! :) Acho que me preocupo demais...
sábado, 8 de janeiro de 2011
Festa do estica, puxa e aperta
Estou com torcicolo há cerca de um mês. Já passei pela fase hard e agora está na fase light. Primeiro, achei que era o travesseiro, aí comprei o tal travesseiro da Nasa (viscoelástico) e... nada se resolveu. Falei com meus fisioterapeutas do pilates, que fizeram massagens em mim no final da aula e me recomendaram terapia manual. Antes de marcar as sessões, fui ao ortopedista, que me recomendou fisioterapia. Aí começou a sessão do estica e puxa!
Fui para a terapia manual com quiropraxia, pois o fisioterapeuta é habilitado em ambas as técnicas. Já fui com medo, porque sei que na quiropraxia eles torcem o seu pescoço. Dito e feito: "Relaxe o pescoço, Patrícia". KREC! E o meu pescocinho foi torcido para o lado. Eu: "Márcio, o que foi isso? Dóóóóói!".
Os próximos passos foram apertar todos os pontos de tensão da região cervical. Pontos que eu nunca tinha atentado! E eu eu lá fazendo careta de dor. Em outro momento, enquanto eu estava deitada, ele puxou a minha cabeça, parecendo que ia soltar do corpo. No total, foram mais de 40 minutos nessa sessão e saí de lá melhor, mas ele disse que estava tudo muito tenso e que ele não conseguiu manipular a cervical como ele queria. Ou seja, na próxima deve ter mais KREC!
Hoje, na aula de pilates, meu fisioterapeuta também se dedicou ao meu pescocinho. Ficou um tempão lá apertando os pontos de tensão. Literalmente, chorei de dor, mas não reclamei porque sabia que isso iria me aliviar depois e assim foi. A musculatura está se soltando aos poucos.
Uma coisa muito legal do pilates é que mesmo com dor, os exercícios podem ser adaptados sem que você seja prejudicado. Meus exercícios de membros superiores estão limitados, mas fiz alguns que não tensionam os ombros com a devida orientação.
Fui para a terapia manual com quiropraxia, pois o fisioterapeuta é habilitado em ambas as técnicas. Já fui com medo, porque sei que na quiropraxia eles torcem o seu pescoço. Dito e feito: "Relaxe o pescoço, Patrícia". KREC! E o meu pescocinho foi torcido para o lado. Eu: "Márcio, o que foi isso? Dóóóóói!".
Os próximos passos foram apertar todos os pontos de tensão da região cervical. Pontos que eu nunca tinha atentado! E eu eu lá fazendo careta de dor. Em outro momento, enquanto eu estava deitada, ele puxou a minha cabeça, parecendo que ia soltar do corpo. No total, foram mais de 40 minutos nessa sessão e saí de lá melhor, mas ele disse que estava tudo muito tenso e que ele não conseguiu manipular a cervical como ele queria. Ou seja, na próxima deve ter mais KREC!
Hoje, na aula de pilates, meu fisioterapeuta também se dedicou ao meu pescocinho. Ficou um tempão lá apertando os pontos de tensão. Literalmente, chorei de dor, mas não reclamei porque sabia que isso iria me aliviar depois e assim foi. A musculatura está se soltando aos poucos.
Uma coisa muito legal do pilates é que mesmo com dor, os exercícios podem ser adaptados sem que você seja prejudicado. Meus exercícios de membros superiores estão limitados, mas fiz alguns que não tensionam os ombros com a devida orientação.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Na minha
Sabe aquela hora em que a gente cansa de fazer coisas que sempre fez?
Eu sempre tive a tendência a reunir as pessoas, criar eventos, marcar encontros, mas tem uma hora que cansa, porque não é trivial conciliar vontades, disponibilidades e restrições.
Adoro sair, dar risada, me divertir, mas desisti desse papel de "organizadora" e continuarei adorando fazer todas essas coisas, tendo a companhia das pessoas queridas, mas não estou disposta a convencer ninguém. Acho que é mais simples assim e cansa menos também :)
Eu sempre tive a tendência a reunir as pessoas, criar eventos, marcar encontros, mas tem uma hora que cansa, porque não é trivial conciliar vontades, disponibilidades e restrições.
Adoro sair, dar risada, me divertir, mas desisti desse papel de "organizadora" e continuarei adorando fazer todas essas coisas, tendo a companhia das pessoas queridas, mas não estou disposta a convencer ninguém. Acho que é mais simples assim e cansa menos também :)
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Negociação
Há uns meses, fiz um curso cujo tema foi "Negociação" e aprendi muitas lições práticas. A primeira delas foi "saber ouvir". Na teoria, todo mundo sabe disso, claro, mas a ansiedade por expressar nossas próprias idéias nos faz esquecer disso. Para internalizar a importância de saber ouvir, antes de interromper o interlocutor, vale a pena se perguntar "o que eu vou falar é relevante agora ou posso falar depois?". Com esse exercício, em alguns momentos você vai optar por silenciar e o depois pode não chegar, simplesmente porque o conteúdo não tinha importância.
Outro tema abordado foi a hora certa de ceder. A ênfase do curso foi no ganha-ganha, ou seja, para que uma negociação seja boa, ambos os lados devem se beneficiar. Então, ceder para beneficiar outro e se prejudicar definitivamente não é uma boa idéia. E se for realmente necessário ceder, deve-se buscar uma contrapartida e, se não for possível, a parte que está concedendo deve deixar clara a sua atitude e o ônus decorrente disso. Caso contrário, segundo o instrutor, a tendência é que a parte beneficiada sempre queira mais, sem valorizar adequadamente o gesto de cessão.
A ansiedade é inimiga da negociação, especialmente se a outra parte percebe, fazendo-a tirar vantagem disso e impor as suas próprias condições.
Várias outras lições foram ensinadas, mas considero essas três as mais facilmente aplicáveis no dia a dia:
Outro tema abordado foi a hora certa de ceder. A ênfase do curso foi no ganha-ganha, ou seja, para que uma negociação seja boa, ambos os lados devem se beneficiar. Então, ceder para beneficiar outro e se prejudicar definitivamente não é uma boa idéia. E se for realmente necessário ceder, deve-se buscar uma contrapartida e, se não for possível, a parte que está concedendo deve deixar clara a sua atitude e o ônus decorrente disso. Caso contrário, segundo o instrutor, a tendência é que a parte beneficiada sempre queira mais, sem valorizar adequadamente o gesto de cessão.
A ansiedade é inimiga da negociação, especialmente se a outra parte percebe, fazendo-a tirar vantagem disso e impor as suas próprias condições.
Várias outras lições foram ensinadas, mas considero essas três as mais facilmente aplicáveis no dia a dia:
- Saber ouvir;
- Saber a hora certa de ceder;
- Não demonstrar ansiedade;
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Mulheres de trinta
Aos trinta anos, nos sentimos mais poderosas e bem resolvidas.
Temos a nossa carreira, nos conhecemos melhor, sabemos o que queremos e lutamos por isso.
Ao mesmo tempo, temos juventude e mais força, estamos mais maduras e menos ingênuas.
Vemos a vida com menos ilusões e mais realidade.
Fazemos coisas que não nos arriscaríamos a fazer aos vinte e poucos anos, sem nóias.
Temos mais segurança.
É verdade, ficamos mais vaidosas.
Começa a fase dos creminhos, da malhação com mais compromisso, senão a gravidade atua!
Queremos continuar nos sentindo desejadas e atraentes, com o tempero da atitude dos 30.
Tentamos também ser pessoas melhores, percebemos que algumas coisas são irrelevantes e aprendemos a lidar melhor com a vida.
Tudo isso não exclui uma coisa: também precisamos de colo!
Gostamos de nos sentir protegidas e amadas, demonstrar a nossa fragilidade.
Assim nos sentimos ainda mais plenas.
Entretanto, passou a época de querer encontrar a metade da laranja.
Não somos uma parte que busca a outra: somos completas.
Precisamos mesmo é de um algo mais, que deixe os dias mais leves e coloridos.
Entretanto, é ilusão achar que isto, por si só, garante felicidade.
Buscamos ela dia a dia, através das conquistas e planos que nos movem.
Afinal, somos mulheres de trinta.
Patrícia Martins
Temos a nossa carreira, nos conhecemos melhor, sabemos o que queremos e lutamos por isso.
Ao mesmo tempo, temos juventude e mais força, estamos mais maduras e menos ingênuas.
Vemos a vida com menos ilusões e mais realidade.
Fazemos coisas que não nos arriscaríamos a fazer aos vinte e poucos anos, sem nóias.
Temos mais segurança.
É verdade, ficamos mais vaidosas.
Começa a fase dos creminhos, da malhação com mais compromisso, senão a gravidade atua!
Queremos continuar nos sentindo desejadas e atraentes, com o tempero da atitude dos 30.
Tentamos também ser pessoas melhores, percebemos que algumas coisas são irrelevantes e aprendemos a lidar melhor com a vida.
Tudo isso não exclui uma coisa: também precisamos de colo!
Gostamos de nos sentir protegidas e amadas, demonstrar a nossa fragilidade.
Assim nos sentimos ainda mais plenas.
Entretanto, passou a época de querer encontrar a metade da laranja.
Não somos uma parte que busca a outra: somos completas.
Precisamos mesmo é de um algo mais, que deixe os dias mais leves e coloridos.
Entretanto, é ilusão achar que isto, por si só, garante felicidade.
Buscamos ela dia a dia, através das conquistas e planos que nos movem.
Afinal, somos mulheres de trinta.
Patrícia Martins
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Deixando a vida me levar
Recentemente, prometi a mim mesma que tentaria ter uma postura menos controladora diante da vida, afinal sou o tipo de pessoa que não gosta que as coisas saiam do planejado. Tenho feito isso e, surpreendentemente, tem dado certo. Ontem mesmo, não planejei nada do meu dia e foi tudo muito bem, melhor até do que se tivesse combinado. :)
O efeito colateral disto é que estou mais relaxada. Um exemplo é que saí de casa sem a minha carteira! Eu me superei! Ainda ontem, eu também ia entrando no carro errado. Na semana passada, foi a chave do carro: fiz compras, abri o carro, coloquei as sacolas e depois a chave sumiu! Fiquei uns 20 minutos procurando ela e havia caído em uma das sacolas.
Tirando minhas atitudes avoadas, espero que a vida continue me trazendo boas surpresas!
O efeito colateral disto é que estou mais relaxada. Um exemplo é que saí de casa sem a minha carteira! Eu me superei! Ainda ontem, eu também ia entrando no carro errado. Na semana passada, foi a chave do carro: fiz compras, abri o carro, coloquei as sacolas e depois a chave sumiu! Fiquei uns 20 minutos procurando ela e havia caído em uma das sacolas.
Tirando minhas atitudes avoadas, espero que a vida continue me trazendo boas surpresas!
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