Sabe quando as suas convicções mais arraigadas caem por terra? Sabe quando as coisas em que você acredita parecem ter se esvaído por um ralo? É a vida dando lições e dizendo que o controle é dela e não seu... Para mim, isto é um verdadeiro soco no estômago que dói muito, mas estou me curando. Apesar dos "apenas" 33 anos e meio, minhas experiências de vida já foram bastante intensas.
Vamos fazer do limão uma limonada. Precisamos extrair coisas boas das situações ruins. Mais uma vez, vou conseguir, é só uma questão de tempo. Fazendo uma retrospectiva do passado, vejo tive momentos muuuuito mais difíceis e superei todos eles :)
Mês novo, vida nova!!!!!!!!! Que fevereiro venha trazendo apenas alegrias!!! Minha cota de chateações já esgostou para todo o ano de 2013 ;)
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Não dá para relaxar
Lição básica para a vida: se você precisa resolver algo muito importante, não transfira esta responsabilidade para ninguém, faça você mesmo. Não importa se você tem um especialista no assunto e se paga a ele, não importa. O interesse é seu, entenda o que deve ser feito e faça você mesmo.
A maioria das pessoas diria: mas eu não sei como fazer. E eu rebato: aprenda! Compreenda tudo que está relacionado à sua vida e tome as rédeas. Não dá para relaxar...
A maioria das pessoas diria: mas eu não sei como fazer. E eu rebato: aprenda! Compreenda tudo que está relacionado à sua vida e tome as rédeas. Não dá para relaxar...
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
A opção da simplicidade
Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.
Acham que têm compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.
Entretanto, inúmeras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.
Viver com simplicidade é uma opção que se faz.
Muitas das coisas consideradas imprescindíveis à vida, na realidade, são supérfluas.
A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.
Angustiadas por múltiplos compromissos, não refletem sobre sua realidade íntima.
Olvidam do que gostam, não pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vãs.
De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si próprio?
Se a criatura não tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.
Ninguém necessita trocar de carro constantemente, ter incontáveis sapatos, sair todo final de semana.
É possível reduzir a própria agitação, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.
O simples é aquele que não simula ser o que não é, que não dá demasiada importância a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.
A pessoa simples não calcula os resultados de cada gesto, não tem artimanhas e nem segundas intenções.
Não se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a própria infância.
Mas uma infância como virtude, não como estágio da vida.
Uma infância que não se angustia com as dúvidas de quem ainda tem tudo por fazer e conhecer.
A simplicidade não ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.
Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de mãos dadas, tomar sorvete...
Não é necessário ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.
Mas é difícil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.
Não há nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.
É bom e importante trabalhar, estudar e aperfeiçoar-se.
Progredir sempre é uma necessidade humana.
Mas isso não implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.
Se o preço do sucesso for ausência de paz, talvez ele não valha a pena.
As coisas sempre ficam para trás, mais cedo ou mais tarde.
Mas há tesouros imateriais que jamais se esgotam.
As amizades genuínas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de espírito são alguns deles.
Preste atenção em como você gasta seu tempo.
Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas não são apenas um peso desnecessário em sua existência.
Experimente desapegar-se dos excessos.
Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.
Pense nisso.
Acham que têm compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.
Entretanto, inúmeras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.
Viver com simplicidade é uma opção que se faz.
Muitas das coisas consideradas imprescindíveis à vida, na realidade, são supérfluas.
A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.
Angustiadas por múltiplos compromissos, não refletem sobre sua realidade íntima.
Olvidam do que gostam, não pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vãs.
De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si próprio?
Se a criatura não tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.
Ninguém necessita trocar de carro constantemente, ter incontáveis sapatos, sair todo final de semana.
É possível reduzir a própria agitação, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.
O simples é aquele que não simula ser o que não é, que não dá demasiada importância a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.
A pessoa simples não calcula os resultados de cada gesto, não tem artimanhas e nem segundas intenções.
Não se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a própria infância.
Mas uma infância como virtude, não como estágio da vida.
Uma infância que não se angustia com as dúvidas de quem ainda tem tudo por fazer e conhecer.
A simplicidade não ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.
Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de mãos dadas, tomar sorvete...
Não é necessário ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.
Mas é difícil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.
Não há nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.
É bom e importante trabalhar, estudar e aperfeiçoar-se.
Progredir sempre é uma necessidade humana.
Mas isso não implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.
Se o preço do sucesso for ausência de paz, talvez ele não valha a pena.
As coisas sempre ficam para trás, mais cedo ou mais tarde.
Mas há tesouros imateriais que jamais se esgotam.
As amizades genuínas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de espírito são alguns deles.
Preste atenção em como você gasta seu tempo.
Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas não são apenas um peso desnecessário em sua existência.
Experimente desapegar-se dos excessos.
Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.
Pense nisso.
Fonte: http:///www.reflexao.com.br
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Amanhã
Amanhã!
Será um lindo dia
Da mais louca alegria
Que se possa imaginar
Amanhã!
Redobrada a força
Prá cima que não cessa
Há de vingar
...
Amanhã!
Está toda a esperança
Por menor que pareça
Existe e é prá vicejar
Amanhã!
Apesar de hoje
Será a estrada que surge
Prá se trilhar
Amanhã!
Mesmo que uns não queiram
Será de outros que esperam
Ver o dia raiar
Música de Guilherme Arantes
Será um lindo dia
Da mais louca alegria
Que se possa imaginar
Amanhã!
Redobrada a força
Prá cima que não cessa
Há de vingar
...
Amanhã!
Está toda a esperança
Por menor que pareça
Existe e é prá vicejar
Amanhã!
Apesar de hoje
Será a estrada que surge
Prá se trilhar
Amanhã!
Mesmo que uns não queiram
Será de outros que esperam
Ver o dia raiar
Música de Guilherme Arantes
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Carta a Papai Noel (das antigas!)
Minha mãe encontrou uma carta minha, quando criança (com aproximadamente 8 anos), enviada a Papai Noel. Desde esta época, vejo que eu sempre gostei de especificar muito bem os requisitos de tudo: uma analista de sistemas nata! Ao ler essa carta, me diverti muito principalmente imaginando os comentários de amigos. Compartilho aqui com vocês, com a pontuação e escrita exatas:
"Papai Noel, eu gostaria de ganhar de natal um cartuxo que eu vi no shopping barra que tem 32 jogos, uma maquina fotografica é uma que tem varías cores, tapa certo, escolinha de moda, uma bicicleta, super-trunfo, Xuxapo, telefone digital Turma da Mônica, senha, realce brincando de maquiagem ou maquiagem de verdade, papel de carta da Xuxa e da Mônica o da Mônica so tem quando compra no supermercado o papel de carta da Monica vem com shampoo e um outro negocio que eu não sei o que é, Branho de cascata meu querido pônei, registradora plim-plim, 4 blocos de papel de carta e o que o senhor quiser, vou acabando um beijo Patricia e Rita eu me esqueci de bota patins, metralhagua e copa e cozinha bamcuca (vire)
Obs: Os patins é o principal brinquedo se não puder trazer os outros brinquedos traga os patins"
Com essa carta, vejo que sempre desejei muitas coisas e sempre fui muito atenta a tudo! :) Tendo-se em conta que não havia internet naquela época, como é que decorei todos esses ítens? Coitado de Papai Noel. Eu sei é que ganhei os meus patins!!! :)
"Papai Noel, eu gostaria de ganhar de natal um cartuxo que eu vi no shopping barra que tem 32 jogos, uma maquina fotografica é uma que tem varías cores, tapa certo, escolinha de moda, uma bicicleta, super-trunfo, Xuxapo, telefone digital Turma da Mônica, senha, realce brincando de maquiagem ou maquiagem de verdade, papel de carta da Xuxa e da Mônica o da Mônica so tem quando compra no supermercado o papel de carta da Monica vem com shampoo e um outro negocio que eu não sei o que é, Branho de cascata meu querido pônei, registradora plim-plim, 4 blocos de papel de carta e o que o senhor quiser, vou acabando um beijo Patricia e Rita eu me esqueci de bota patins, metralhagua e copa e cozinha bamcuca (vire)
Obs: Os patins é o principal brinquedo se não puder trazer os outros brinquedos traga os patins"
Com essa carta, vejo que sempre desejei muitas coisas e sempre fui muito atenta a tudo! :) Tendo-se em conta que não havia internet naquela época, como é que decorei todos esses ítens? Coitado de Papai Noel. Eu sei é que ganhei os meus patins!!! :)
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Mundo superficial
Estamos vivendo em um mundo de aparências. Ser político conquista as pessoas, a sinceridade não é bem vista. Superficialidade é a palavra. O "melhor" é ser o que esperam que você seja.
O padrão politicamente correto está na moda: ser "ecosustentável", não ter opiniões enfáticas sobre assunto algum, sempre demonstrar estar feliz, "gostar" de todo mundo, usar redes sociais e curtir tudo, falso moralismo. "Falsimpática" é um bom neologismo, não acham? Eu acho isso tudo muito chato. Viver se policiando para se encaixar nos padrões? Blerg!!!!!
Perfeita a frase da Débora Falabela: "É estranho porque cada vez mais as pessoas têm liberdade, mas o tal do politicamente correto faz com que elas se contenham. O politicamente correto é chato. "
O padrão politicamente correto está na moda: ser "ecosustentável", não ter opiniões enfáticas sobre assunto algum, sempre demonstrar estar feliz, "gostar" de todo mundo, usar redes sociais e curtir tudo, falso moralismo. "Falsimpática" é um bom neologismo, não acham? Eu acho isso tudo muito chato. Viver se policiando para se encaixar nos padrões? Blerg!!!!!
Perfeita a frase da Débora Falabela: "É estranho porque cada vez mais as pessoas têm liberdade, mas o tal do politicamente correto faz com que elas se contenham. O politicamente correto é chato. "
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Barata na mesa, arg!
Sábado à noite, temaki na parte externa do restaurante. Pensem na cena: você está tomando sua roska preferida (no meu caso, jabuticaba), pousa o copo na mesa e vê uma barata te olhando. Reação imediata: um grito, mesa e copo para o alto. Cacos de vidro, pessoas no restaurante te olhando... Ok, expliquei que tudo aquilo havia sido causado por uma cascuda voadora.
Depois, o garçom trouxe outra roska (ele não precisava saber que a outra já tinha acabado) e se desculpou dizendo que a dedetização no dia anterior havia causado frisson entre as baratas.
Depois, o garçom trouxe outra roska (ele não precisava saber que a outra já tinha acabado) e se desculpou dizendo que a dedetização no dia anterior havia causado frisson entre as baratas.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Pontualidade baiana
Quem me conhece minimamente sabe que sou uma baiana pontual, quase uma contradição. Por aqui, não é fácil encontrar seres cumpridores de horário e o jeito é tentar se adaptar a essa realidade.
Por ironia do destino, senti na pele a pontualidade baiana (sem ironia) neste sábado no Teatro Jorge Amado. Com atraso de quinze minutos na chegada, achando que iria contar com a flexibilidade típica daqui, a tentativa de entrar falhou! O produtor não permitiu a entrada, alegando que a peça já havia começado. Certíssimo ele, eu faria o mesmo. Fica o aprendizado: os baianos são pontuais no teatro!!! E somente neste caso.
Por ironia do destino, senti na pele a pontualidade baiana (sem ironia) neste sábado no Teatro Jorge Amado. Com atraso de quinze minutos na chegada, achando que iria contar com a flexibilidade típica daqui, a tentativa de entrar falhou! O produtor não permitiu a entrada, alegando que a peça já havia começado. Certíssimo ele, eu faria o mesmo. Fica o aprendizado: os baianos são pontuais no teatro!!! E somente neste caso.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Excesso de informação
Estamos cercados, todos os dias, pelas mais diversas fontes de informação: internet, SMS, outdoors, busdoors, celular, jornais, revistas, anúncios dentro de elevadores e até mesmo em portas de banheiros de bares e restaurantes. Se antes tínhamos que buscar pela informação, hoje ela nos persegue com voracidade!
É muito fácil encontrar respostas para várias de nossas dúvidas e opiniões diversas das pessoas sobre assuntos em geral. Estamos na era da informação. Sob outro ângulo, este excesso pode nos sufocar, o que depende do uso que cada um faz da informação a quem tem acesso. Por exemplo, considerando-se duas pessoas que estejam inseridas em contextos de informação semelhantes, a absorção que cada um faz depende do interesse delas. As mais ávidas irão converter o máximo que puderem em conhecimento, enquanto as outras irão descartar o que não lhes desperte interesse.
Na teoria, quanto mais conhecimento melhor, mas, na prática, isto é uma fonte potencial de estresse. Viver em uma sociedade conectada e bem informada nos incita à competição, afinal hoje fica mais difícil justificar o desconhecimento sobre alguns temas: a informação está ao alcance da sua mão, literalmente. Antes, para entender sobre algum assunto específico, tínhamos que consultar um profissional. Hoje, fazemos uma busca no Google. Há limites para esta facilidade, pois não podemos entender de tudo e as fontes não são sempre confiáveis. Além disso, começamos a nos preocupar em excesso com coisas que não deveríamos.
Precisamos nos policiar sobre esse bombardeio diário. Em alguns casos, a ignorância é uma benção. Não devemos nos cobrar ter tanto conhecimento, apenas aquilo que nos seja realmente útil.
É muito fácil encontrar respostas para várias de nossas dúvidas e opiniões diversas das pessoas sobre assuntos em geral. Estamos na era da informação. Sob outro ângulo, este excesso pode nos sufocar, o que depende do uso que cada um faz da informação a quem tem acesso. Por exemplo, considerando-se duas pessoas que estejam inseridas em contextos de informação semelhantes, a absorção que cada um faz depende do interesse delas. As mais ávidas irão converter o máximo que puderem em conhecimento, enquanto as outras irão descartar o que não lhes desperte interesse.
Na teoria, quanto mais conhecimento melhor, mas, na prática, isto é uma fonte potencial de estresse. Viver em uma sociedade conectada e bem informada nos incita à competição, afinal hoje fica mais difícil justificar o desconhecimento sobre alguns temas: a informação está ao alcance da sua mão, literalmente. Antes, para entender sobre algum assunto específico, tínhamos que consultar um profissional. Hoje, fazemos uma busca no Google. Há limites para esta facilidade, pois não podemos entender de tudo e as fontes não são sempre confiáveis. Além disso, começamos a nos preocupar em excesso com coisas que não deveríamos.
Precisamos nos policiar sobre esse bombardeio diário. Em alguns casos, a ignorância é uma benção. Não devemos nos cobrar ter tanto conhecimento, apenas aquilo que nos seja realmente útil.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Discernimento
Discernimento é a palavra. Como é bom lidar com pessoas que sabem o que estão fazendo, se comunicam bem, são claras, atentas e inteligentes. Por outro lado, precisar se relacionar com pessoas sem discernimento pode causar prejuízos inimagináveis. Definitivamente, não tenho vocação para isso.
Tenho refletido sobre o fato que quanto mais relações precisamos ter com as pessoas, maior o risco de ter transtornos. A natureza do ser humano é inerentemente complexa. Adicione a isso a necessidade de viver em grupos. Uma única pessoa pode pertencer a vários deles e estar inserido em um grupo requer o esforço para lidar com diferenças. Resumindo-se, quando maior a quantidade de grupos, mais aumenta o potencial de estresse.
Sei que não estou otimista quanto a essas questões hoje e que vários grupos realmente valem a pena, entretanto isto não é sempre verdade. Começo a entender porque as pessoas vão ficando mais seletivas à medida que o tempo passa: elas simplesmente não têm mais vontade de tolerar algumas coisas. É preciso ter discernimento na escolha das relações.
Tenho refletido sobre o fato que quanto mais relações precisamos ter com as pessoas, maior o risco de ter transtornos. A natureza do ser humano é inerentemente complexa. Adicione a isso a necessidade de viver em grupos. Uma única pessoa pode pertencer a vários deles e estar inserido em um grupo requer o esforço para lidar com diferenças. Resumindo-se, quando maior a quantidade de grupos, mais aumenta o potencial de estresse.
Sei que não estou otimista quanto a essas questões hoje e que vários grupos realmente valem a pena, entretanto isto não é sempre verdade. Começo a entender porque as pessoas vão ficando mais seletivas à medida que o tempo passa: elas simplesmente não têm mais vontade de tolerar algumas coisas. É preciso ter discernimento na escolha das relações.
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