Minha mãe encontrou uma carta minha, quando criança (com aproximadamente 8 anos), enviada a Papai Noel. Desde esta época, vejo que eu sempre gostei de especificar muito bem os requisitos de tudo: uma analista de sistemas nata! Ao ler essa carta, me diverti muito principalmente imaginando os comentários de amigos. Compartilho aqui com vocês, com a pontuação e escrita exatas:
"Papai Noel, eu gostaria de ganhar de natal um cartuxo que eu vi no shopping barra que tem 32 jogos, uma maquina fotografica é uma que tem varías cores, tapa certo, escolinha de moda, uma bicicleta, super-trunfo, Xuxapo, telefone digital Turma da Mônica, senha, realce brincando de maquiagem ou maquiagem de verdade, papel de carta da Xuxa e da Mônica o da Mônica so tem quando compra no supermercado o papel de carta da Monica vem com shampoo e um outro negocio que eu não sei o que é, Branho de cascata meu querido pônei, registradora plim-plim, 4 blocos de papel de carta e o que o senhor quiser, vou acabando um beijo Patricia e Rita eu me esqueci de bota patins, metralhagua e copa e cozinha bamcuca (vire)
Obs: Os patins é o principal brinquedo se não puder trazer os outros brinquedos traga os patins"
Com essa carta, vejo que sempre desejei muitas coisas e sempre fui muito atenta a tudo! :) Tendo-se em conta que não havia internet naquela época, como é que decorei todos esses ítens? Coitado de Papai Noel. Eu sei é que ganhei os meus patins!!! :)
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Mundo superficial
Estamos vivendo em um mundo de aparências. Ser político conquista as pessoas, a sinceridade não é bem vista. Superficialidade é a palavra. O "melhor" é ser o que esperam que você seja.
O padrão politicamente correto está na moda: ser "ecosustentável", não ter opiniões enfáticas sobre assunto algum, sempre demonstrar estar feliz, "gostar" de todo mundo, usar redes sociais e curtir tudo, falso moralismo. "Falsimpática" é um bom neologismo, não acham? Eu acho isso tudo muito chato. Viver se policiando para se encaixar nos padrões? Blerg!!!!!
Perfeita a frase da Débora Falabela: "É estranho porque cada vez mais as pessoas têm liberdade, mas o tal do politicamente correto faz com que elas se contenham. O politicamente correto é chato. "
O padrão politicamente correto está na moda: ser "ecosustentável", não ter opiniões enfáticas sobre assunto algum, sempre demonstrar estar feliz, "gostar" de todo mundo, usar redes sociais e curtir tudo, falso moralismo. "Falsimpática" é um bom neologismo, não acham? Eu acho isso tudo muito chato. Viver se policiando para se encaixar nos padrões? Blerg!!!!!
Perfeita a frase da Débora Falabela: "É estranho porque cada vez mais as pessoas têm liberdade, mas o tal do politicamente correto faz com que elas se contenham. O politicamente correto é chato. "
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Barata na mesa, arg!
Sábado à noite, temaki na parte externa do restaurante. Pensem na cena: você está tomando sua roska preferida (no meu caso, jabuticaba), pousa o copo na mesa e vê uma barata te olhando. Reação imediata: um grito, mesa e copo para o alto. Cacos de vidro, pessoas no restaurante te olhando... Ok, expliquei que tudo aquilo havia sido causado por uma cascuda voadora.
Depois, o garçom trouxe outra roska (ele não precisava saber que a outra já tinha acabado) e se desculpou dizendo que a dedetização no dia anterior havia causado frisson entre as baratas.
Depois, o garçom trouxe outra roska (ele não precisava saber que a outra já tinha acabado) e se desculpou dizendo que a dedetização no dia anterior havia causado frisson entre as baratas.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Pontualidade baiana
Quem me conhece minimamente sabe que sou uma baiana pontual, quase uma contradição. Por aqui, não é fácil encontrar seres cumpridores de horário e o jeito é tentar se adaptar a essa realidade.
Por ironia do destino, senti na pele a pontualidade baiana (sem ironia) neste sábado no Teatro Jorge Amado. Com atraso de quinze minutos na chegada, achando que iria contar com a flexibilidade típica daqui, a tentativa de entrar falhou! O produtor não permitiu a entrada, alegando que a peça já havia começado. Certíssimo ele, eu faria o mesmo. Fica o aprendizado: os baianos são pontuais no teatro!!! E somente neste caso.
Por ironia do destino, senti na pele a pontualidade baiana (sem ironia) neste sábado no Teatro Jorge Amado. Com atraso de quinze minutos na chegada, achando que iria contar com a flexibilidade típica daqui, a tentativa de entrar falhou! O produtor não permitiu a entrada, alegando que a peça já havia começado. Certíssimo ele, eu faria o mesmo. Fica o aprendizado: os baianos são pontuais no teatro!!! E somente neste caso.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Excesso de informação
Estamos cercados, todos os dias, pelas mais diversas fontes de informação: internet, SMS, outdoors, busdoors, celular, jornais, revistas, anúncios dentro de elevadores e até mesmo em portas de banheiros de bares e restaurantes. Se antes tínhamos que buscar pela informação, hoje ela nos persegue com voracidade!
É muito fácil encontrar respostas para várias de nossas dúvidas e opiniões diversas das pessoas sobre assuntos em geral. Estamos na era da informação. Sob outro ângulo, este excesso pode nos sufocar, o que depende do uso que cada um faz da informação a quem tem acesso. Por exemplo, considerando-se duas pessoas que estejam inseridas em contextos de informação semelhantes, a absorção que cada um faz depende do interesse delas. As mais ávidas irão converter o máximo que puderem em conhecimento, enquanto as outras irão descartar o que não lhes desperte interesse.
Na teoria, quanto mais conhecimento melhor, mas, na prática, isto é uma fonte potencial de estresse. Viver em uma sociedade conectada e bem informada nos incita à competição, afinal hoje fica mais difícil justificar o desconhecimento sobre alguns temas: a informação está ao alcance da sua mão, literalmente. Antes, para entender sobre algum assunto específico, tínhamos que consultar um profissional. Hoje, fazemos uma busca no Google. Há limites para esta facilidade, pois não podemos entender de tudo e as fontes não são sempre confiáveis. Além disso, começamos a nos preocupar em excesso com coisas que não deveríamos.
Precisamos nos policiar sobre esse bombardeio diário. Em alguns casos, a ignorância é uma benção. Não devemos nos cobrar ter tanto conhecimento, apenas aquilo que nos seja realmente útil.
É muito fácil encontrar respostas para várias de nossas dúvidas e opiniões diversas das pessoas sobre assuntos em geral. Estamos na era da informação. Sob outro ângulo, este excesso pode nos sufocar, o que depende do uso que cada um faz da informação a quem tem acesso. Por exemplo, considerando-se duas pessoas que estejam inseridas em contextos de informação semelhantes, a absorção que cada um faz depende do interesse delas. As mais ávidas irão converter o máximo que puderem em conhecimento, enquanto as outras irão descartar o que não lhes desperte interesse.
Na teoria, quanto mais conhecimento melhor, mas, na prática, isto é uma fonte potencial de estresse. Viver em uma sociedade conectada e bem informada nos incita à competição, afinal hoje fica mais difícil justificar o desconhecimento sobre alguns temas: a informação está ao alcance da sua mão, literalmente. Antes, para entender sobre algum assunto específico, tínhamos que consultar um profissional. Hoje, fazemos uma busca no Google. Há limites para esta facilidade, pois não podemos entender de tudo e as fontes não são sempre confiáveis. Além disso, começamos a nos preocupar em excesso com coisas que não deveríamos.
Precisamos nos policiar sobre esse bombardeio diário. Em alguns casos, a ignorância é uma benção. Não devemos nos cobrar ter tanto conhecimento, apenas aquilo que nos seja realmente útil.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Discernimento
Discernimento é a palavra. Como é bom lidar com pessoas que sabem o que estão fazendo, se comunicam bem, são claras, atentas e inteligentes. Por outro lado, precisar se relacionar com pessoas sem discernimento pode causar prejuízos inimagináveis. Definitivamente, não tenho vocação para isso.
Tenho refletido sobre o fato que quanto mais relações precisamos ter com as pessoas, maior o risco de ter transtornos. A natureza do ser humano é inerentemente complexa. Adicione a isso a necessidade de viver em grupos. Uma única pessoa pode pertencer a vários deles e estar inserido em um grupo requer o esforço para lidar com diferenças. Resumindo-se, quando maior a quantidade de grupos, mais aumenta o potencial de estresse.
Sei que não estou otimista quanto a essas questões hoje e que vários grupos realmente valem a pena, entretanto isto não é sempre verdade. Começo a entender porque as pessoas vão ficando mais seletivas à medida que o tempo passa: elas simplesmente não têm mais vontade de tolerar algumas coisas. É preciso ter discernimento na escolha das relações.
Tenho refletido sobre o fato que quanto mais relações precisamos ter com as pessoas, maior o risco de ter transtornos. A natureza do ser humano é inerentemente complexa. Adicione a isso a necessidade de viver em grupos. Uma única pessoa pode pertencer a vários deles e estar inserido em um grupo requer o esforço para lidar com diferenças. Resumindo-se, quando maior a quantidade de grupos, mais aumenta o potencial de estresse.
Sei que não estou otimista quanto a essas questões hoje e que vários grupos realmente valem a pena, entretanto isto não é sempre verdade. Começo a entender porque as pessoas vão ficando mais seletivas à medida que o tempo passa: elas simplesmente não têm mais vontade de tolerar algumas coisas. É preciso ter discernimento na escolha das relações.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
:)
A Estrada
Cidade NegraVocê não sabe
O quanto eu caminhei
Pra chegar até aqui
Percorri milhas e milhas
Antes de dormir
Eu nem cochilei
Os mais belos montes
Escalei
Nas noites escuras
De frio chorei, ei , ei
Ei! Ei! Ei! Ei! Ei!...(2x)
A vida ensina
E o tempo traz o tom
Pra nascer uma canção
Com a fé do dia a dia
Encontro a solução
Encontro a solução...
É isso aí!!!!!!!!
sábado, 20 de outubro de 2012
Semana difícil...
A semana começou agitada e tensa, permancendo assim até hoje. Espero que o sábado seja tranquilo.
Todos devem concordar comigo que furar um pneu e ter que providenciar (e gastar!) outro não é agradável. A segunda-feira teve esse propósito e tive que usar a hora do almoço para resolver. OK, essas coisas acontecem, foi um acaso, vamos em frente!
A terça foi um dia daqueles... Cheguei em casa ligada nos 220 volts e fui fazer uma tranferência no Internet Banking: não prestou. Eu ainda estava em ritmo acelerado e só percebi que a grana foi parar na conta de outra pessoa, que não conheço, após confirmar a transação. Ô raiva de mim, não pelo valor que foi baixo, mas pelo vacilo. No dia seguinte, meu compromisso teve que ser ir à agência do banco para estornar, também na hora do almoço. Dei sorte porque a pessoa não movimentou o dinheiro e estava lá intacto, bastou o gerente bloquear e providenciar os trâmites para o estorno. Alívio...
A quinta-feira foi outro dia daqueles, com direito a DR no trabalho e tudo mais: desgaste mental. Cheguei exausta em casa, mas pensei "amanhã será outro dia". Engano...
Hoje, imaginei que teria um intervalo de almoço tranquilo, sem ter que correr para resolver alguma coisa, mas... ao conferir meu saldo, vi que estava faltando uma grana considerável, pelo menos para mim, e após breve análise, concluí que devia ter feito o mesmo da terça: transferência para a conta da desconhecida. Não pensei duas vezes, saí voando do trabalho e fui novamente à agência esclarecer e tentar resolver. Só que desta vez, a transferência havia sido feita dez dias antes. Aprendi que se o dinheiro não estivesse mais na conta de destino, o estorno não poderia ser feito. Então, fiquei muito nervosa com a possibilidade de perder meu suado dinheirinho. Prontamente, os gerentes me atenderam e bloquearam o valor, ufa!
Conclusão: nunca mais faço movimentações no banco sem conferir váááárias vezes. As emoções de hoje não foram nada agradáveis.
Todos devem concordar comigo que furar um pneu e ter que providenciar (e gastar!) outro não é agradável. A segunda-feira teve esse propósito e tive que usar a hora do almoço para resolver. OK, essas coisas acontecem, foi um acaso, vamos em frente!
A terça foi um dia daqueles... Cheguei em casa ligada nos 220 volts e fui fazer uma tranferência no Internet Banking: não prestou. Eu ainda estava em ritmo acelerado e só percebi que a grana foi parar na conta de outra pessoa, que não conheço, após confirmar a transação. Ô raiva de mim, não pelo valor que foi baixo, mas pelo vacilo. No dia seguinte, meu compromisso teve que ser ir à agência do banco para estornar, também na hora do almoço. Dei sorte porque a pessoa não movimentou o dinheiro e estava lá intacto, bastou o gerente bloquear e providenciar os trâmites para o estorno. Alívio...
A quinta-feira foi outro dia daqueles, com direito a DR no trabalho e tudo mais: desgaste mental. Cheguei exausta em casa, mas pensei "amanhã será outro dia". Engano...
Hoje, imaginei que teria um intervalo de almoço tranquilo, sem ter que correr para resolver alguma coisa, mas... ao conferir meu saldo, vi que estava faltando uma grana considerável, pelo menos para mim, e após breve análise, concluí que devia ter feito o mesmo da terça: transferência para a conta da desconhecida. Não pensei duas vezes, saí voando do trabalho e fui novamente à agência esclarecer e tentar resolver. Só que desta vez, a transferência havia sido feita dez dias antes. Aprendi que se o dinheiro não estivesse mais na conta de destino, o estorno não poderia ser feito. Então, fiquei muito nervosa com a possibilidade de perder meu suado dinheirinho. Prontamente, os gerentes me atenderam e bloquearam o valor, ufa!
Conclusão: nunca mais faço movimentações no banco sem conferir váááárias vezes. As emoções de hoje não foram nada agradáveis.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Gastei mesmo!!! :)
Sabe aquele dia que você olha o seu guarda-roupas, seus sapatos e nada tem graça? Pois é! Qual a solução? Compras!!!
Adoraria ser rica e ter um closet enorme, cheio de divisões específicas para cada coisa: bijuterias (ou melhor, jóias), sapatos, cintos, vestidos, bolsas (muitas delas!!) , óculos de sol... Vou sonhando com isso. Por enquanto, vou vivendo com meu armário limitado, onde é necessário doar alguma coisa quando faço novas aquisições.
Voltando às compras, surtei desde o final de semana, decidi me presentear. Gastei mesmo, eu mereço. Afinal, vivo exclusivamente do meu trabalho, não sou esbanjadora, consigo organizar bem as minhas contas e assim tenho todo o direito. É... estou me justificando para mim mesma, mas já estou convencida e feliz com as minhas roupinhas e sapatos novos.
Viver é isso... Fazer o que se gosta, estar perto de quem se ama e aproveitar tudo o que a vida pode nos dar de bom!
Adoraria ser rica e ter um closet enorme, cheio de divisões específicas para cada coisa: bijuterias (ou melhor, jóias), sapatos, cintos, vestidos, bolsas (muitas delas!!) , óculos de sol... Vou sonhando com isso. Por enquanto, vou vivendo com meu armário limitado, onde é necessário doar alguma coisa quando faço novas aquisições.
Voltando às compras, surtei desde o final de semana, decidi me presentear. Gastei mesmo, eu mereço. Afinal, vivo exclusivamente do meu trabalho, não sou esbanjadora, consigo organizar bem as minhas contas e assim tenho todo o direito. É... estou me justificando para mim mesma, mas já estou convencida e feliz com as minhas roupinhas e sapatos novos.
Viver é isso... Fazer o que se gosta, estar perto de quem se ama e aproveitar tudo o que a vida pode nos dar de bom!
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
A união faz a força
Hoje, tive a prova irrefutável de que a união faz a força. Não devemos nos subjugar quando temos uma causa justa.
Quando há divergências, o melhor caminho deve sempre ser o diálogo, entretanto quando essa possibilidade se esgota, devemos lutar pelos nossos direitos e nos unir. Devemos fazer a nossa parte sempre e não desistir daquilo que acreditamos, sempre mantendo valores como a dignidade, respeito, coerência e honestidade.
É isso aí! :)
Quando há divergências, o melhor caminho deve sempre ser o diálogo, entretanto quando essa possibilidade se esgota, devemos lutar pelos nossos direitos e nos unir. Devemos fazer a nossa parte sempre e não desistir daquilo que acreditamos, sempre mantendo valores como a dignidade, respeito, coerência e honestidade.
É isso aí! :)
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